EVOLUÇÃO
ASSÉDIO SEXUAL É CRIME
Volta e meia me deparo com perguntas sobre como lidar com o assédio sexual nas organizações, e minha resposta é sempre a mesma: posicione-se contra!
O assédio sexual é crime previsto na Lei 10.224, caracterizado por abordagem não desejada, com intenção sexual ou insistência inoportuna de alguém em posição privilegiada, que usa dessa vantagem para obter favores sexuais de subalternos ou dependentes.
Para que seja caracterizado, o constrangimento deve ser causado por quem prevaleça de sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerente ao exercício de emprego, cargo ou função.
Como pontuo em resposta, concordando com Max Gehringer, um elogio não pode ser caracterizado assédio, sendo este definido pela Organização Internacional do Trabalho como atos, insinuações, contatos físicos forçados, convites impertinentes, que apresentem uma condição de manutenção do emprego, promoção ou ainda sendo prejudicial ao rendimento profissional. Entretanto, se frente à alguma atitude indesejada o profissional se sentir humilhado, insultado ou intimidado, o fato pode sim ser caracterizado como assédio sexual, e levado à justiça.
Fica a dica de um àudio sobre o assunto, e o link para a Lei.
O assédio sexual é crime previsto na Lei 10.224, caracterizado por abordagem não desejada, com intenção sexual ou insistência inoportuna de alguém em posição privilegiada, que usa dessa vantagem para obter favores sexuais de subalternos ou dependentes.
Para que seja caracterizado, o constrangimento deve ser causado por quem prevaleça de sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerente ao exercício de emprego, cargo ou função.
Como pontuo em resposta, concordando com Max Gehringer, um elogio não pode ser caracterizado assédio, sendo este definido pela Organização Internacional do Trabalho como atos, insinuações, contatos físicos forçados, convites impertinentes, que apresentem uma condição de manutenção do emprego, promoção ou ainda sendo prejudicial ao rendimento profissional. Entretanto, se frente à alguma atitude indesejada o profissional se sentir humilhado, insultado ou intimidado, o fato pode sim ser caracterizado como assédio sexual, e levado à justiça.
Fica a dica de um àudio sobre o assunto, e o link para a Lei.
Imagem: Getty Images
A REDAÇÃO NO MEIO CORPORATIVO
Postado por
Daniela Guimarães
on 29/07/2010
Marcadores:
Comunicação,
Empregabilidade,
Recrutamento e Seleção,
Trabalho
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A edição de junho da revista Rolling Stones trouxe uma pequena matéria de Miguel Sokol, intitulada “Desalfabetizados e Perigosos”. Nela o jornalista falou sobre a geração “10alfabetizad@”, jovens que tiveram quem lhes ensinasse a ler e a escrever, mas usaram tanto a internet que “10aprenderam”.
Essa matéria fez com que eu me lembrasse de um processo seletivo que conduzi para estagiário de Direito, quando corrigi redações com erros gramaticais assustadores, como o de uma jovem que se dizia uma “boa proficional”. Ao seu texto somaram-se os de outros candidatos, desclassificados na primeira etapa por não saberem escrever.
Não culpo o “emburrecimento” que presenciamos hoje pelo excesso de Internet; as razões das mazelas na educação estão muito além do .com, passando por questões políticas e sociais, mas essa é uma outra história. Não saber escrever também não é uma exclusividade do universo teen, podendo ser encontrado, por exemplo, em diferentes níveis hierárquicos das organizações.
Diariamente enviamos e recebemos dezenas de e-mails, redigimos textos e relatórios, confeccionamos cartas, memorandos e ofícios sem nos preocuparmos em aplicar adequadamente a gramática, desconsiderando aspectos como a concordância, regência e pontuação. Ainda assim exigimos ser compreendidos, reclamando quando somos mal interpretados ou quando nosso profissionalismo é questionado por uma vírgula que não soubemos empregar.
Acredite, na dimensão empresarial um texto diz muito mais do que nele está escrito, o que torna a redação essencial no mundo dos negócios.
Um e-mail enviado ou um relatório apresentado pode nos indicar para um recrutamento interno ou nos desqualificar para uma promoção, o que já valeria nosso investimento na escrita, entretanto sua importância vai muito além. A forma como escrevemos traduz a importância que damos à comunicação e o cuidado que temos com nosso interlocutor, e isso conta (muitos) pontos.
Assim, em suas redações considere a coerência, coesão, correção, clareza e simplicidade do texto. Solicite a ajuda de um colega para revisá-lo e falar o que entendeu antes de você encaminhá-lo aos destinatários. Essa é uma forma de evitar ruídos na comunicação.
Desenvolva o hábito da leitura, ele é um grande aliado no processo de aquisição de um vocabulário rico e diversificado. O mesmo vale para a escrita, e você pode começar com pequenas anotações sobre reportagens, artigos e livros.
Vale a pena pensar sobre e investir nas ações sugeridas. O retorno é garantido!
DESIGN THINKING
Postado por
Daniela Guimarães
on 21/07/2010
Marcadores:
Comportamento,
Estilo de Gestão,
Trabalho
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“Ter coragem é tão importante quanto acertar!”
Denise Eler - Designer Gráfico
Denise Eler - Designer Gráfico
Há algum tempo participei de um evento promovido pela ISVOR, empresa de treinamento e consultoria do Grupo Fiat, e a proposta daquela manhã era pensar formas de aplicação para a máxima “atuação estratégica”.
Diferente da maioria dos eventos sobre o tema, o assunto foi discutido sob a ótica de Design Thinking. Confesso que tive minha mente aberta e achei válido disseminar por aqui o aprendi por lá.
Apesar de saber da necessidade de se alavancar resultado e vantagem competitiva para a empresa, nem sempre somos capazes de fazê-lo, por vários motivos. O maior deles o fato de nos prendermos a teorias convencionais de gestão empresarial. Amarrados, paramos de pensar, e assim deixamos de ser criativos, produtivos e inteligentes.
Em 2006, na Suíça, aconteceu o "Fórum Econômico Mundial". Líderes políticos, empresariais e intelectuais reuniram-se para discutir questões mundiais sob a perspectiva do empreendimento no interesse público. O resultado do evento? A conclusão de que os modelos de gestão baseados apenas em análises e controles se esgotaram. A complexa e dinâmica realidade exigia constante inovação, batizada de "Imperativo Criativo".
Assim, que tal inovar pensando e agindo como designers? Eles são "imperativamente criativos".
Por designer temos aquele indivíduo que planeja ou concebe um modelo, que foge aos padrões estabelecidos para boa apresentação pessoal, que coleciona toy art, que é criativo ao ponto de ser apontado como louco. No geral, o designer não se encaixa ao nosso estereotipo de executivo.
Sem conceitos, ou preconceitos, trabalha criando protótipos para problemas que pareciam não ter fim, mostrando a solução ao invés de somente falar sobre ela. É empático, tem pensamento integrativo, é otimista, detalhista, experimenta e colabora.
Sejamos designers, então! Para isso não precisamos lotar nossas mesas de bonecos, pintar o cabelo de vermelho ou usar roupas conceituais. Basta incorpor tais experiências aos nossos processos de trabalho.
Imagem: Getty Images
DEBATE >>> GESTÃO DE PESSOAS | DESAFIOS E REALIZAÇÕES
Para quem está em Belo Horizonte, a Faculdade Pitágoras realizará no dia 23 de julho, às 19 horas, o debate "Gestão de Pessoas: Desafios e Realizações".
O mercado de trabalho vem transformando a Gestão de Pessoas em uma das funções mais estratégicas nas organizações. Conhecer cases de sucesso e outras experiências nos ajuda a acompanhar o crescimento dessa área e conhecer novos sistemas e práticas de lideranças.
PROGRAMAÇÃO:
19h – Credenciamento
19h30 - Abertura com o diretor regional da Faculdade Pitágoras, Sandro Ricardo Bonás.
19h45 – Painel: “Gestão de pessoas: desafios e realizações”
Cristiane de Ávila Fernandes, gerente de Recursos Humanos do Minas Tênis Clube e Presidente da ABRH MINAS - Associação Brasileira de Recursos Humanos,
Júlio César Vasconcellos Castro, ex- gerente corporativo de desenvolvimento de Pessoas da USIMINAS/COSIPA, diretor Executivo da TBS - Targett Business School e Consultor da MARPEL Consultoria.
Rijane Montalverne Neto, ex-presidente do Conselho Deliberativo da ABRH NACIONAL - Associação Brasileira de Recursos Humanos, ex-gerente de Pessoas da FDC - Fundação Dom Cabral e atual Superintendente da FIDENS ENGENHARIA.
20h40 – Plenária
21h - Encerramento
Data: 23 de Julho
Local: Auditório Marcos Luiz dos Mares Guia
Rua Santa Madalena Sofia, 25 – Cidade Jardim
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O mercado de trabalho vem transformando a Gestão de Pessoas em uma das funções mais estratégicas nas organizações. Conhecer cases de sucesso e outras experiências nos ajuda a acompanhar o crescimento dessa área e conhecer novos sistemas e práticas de lideranças.
Venha participar de um debate sobre desafios e realizações em Gestão de Pessoas.
PROGRAMAÇÃO:
19h – Credenciamento
19h30 - Abertura com o diretor regional da Faculdade Pitágoras, Sandro Ricardo Bonás.
19h45 – Painel: “Gestão de pessoas: desafios e realizações”
Cristiane de Ávila Fernandes, gerente de Recursos Humanos do Minas Tênis Clube e Presidente da ABRH MINAS - Associação Brasileira de Recursos Humanos,
Júlio César Vasconcellos Castro, ex- gerente corporativo de desenvolvimento de Pessoas da USIMINAS/COSIPA, diretor Executivo da TBS - Targett Business School e Consultor da MARPEL Consultoria.
Rijane Montalverne Neto, ex-presidente do Conselho Deliberativo da ABRH NACIONAL - Associação Brasileira de Recursos Humanos, ex-gerente de Pessoas da FDC - Fundação Dom Cabral e atual Superintendente da FIDENS ENGENHARIA.
20h40 – Plenária
21h - Encerramento
Data: 23 de Julho
Local: Auditório Marcos Luiz dos Mares Guia
Rua Santa Madalena Sofia, 25 – Cidade Jardim
ENTRADA FRANCA. VAGAS LIMITADAS.
Confirme sua presença enviando um e-mail para comunicacaobh@pitagoras.com.br.
EU: CLIENTE ENCANTADA
Postado por
Daniela Guimarães
on 09/07/2010
Marcadores:
Atendimento,
Comportamento,
Curso,
Vendas
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Encontrar empresas de todos os tamanhos e segmentos oferecendo produtos, serviços e preços idênticos não nos surpreende, mas ainda nos causa espanto o fato de sermos bem atendidos.
Por que isso acontece? A razão do nosso assombro é porque o atendimento continua sendo o grande diferencial das instituições, podendo ser considerando um fator crítico de sucesso para os negócios.
Excelência no atendimento, apesar de antigo, é um assunto jamais ultrapassado. Eu tinha 15 anos quando aprendi que encantar e fidelizar um cliente é importante, e olha que isso aconteceu há muito tempo - foi o assunto principal do treinamento que recebi para iniciar como recepcionista de uma empresa prestadora de serviços, meu primeiro emprego.
Desde então acompanho a evolução do tema, que não perdeu sua essência ou importância, embora muitas empresas o desconsiderem.
Excelência no atendimento, apesar de antigo, é um assunto jamais ultrapassado. Eu tinha 15 anos quando aprendi que encantar e fidelizar um cliente é importante, e olha que isso aconteceu há muito tempo - foi o assunto principal do treinamento que recebi para iniciar como recepcionista de uma empresa prestadora de serviços, meu primeiro emprego.
Desde então acompanho a evolução do tema, que não perdeu sua essência ou importância, embora muitas empresas o desconsiderem.
Hoje em dia é possível copiar tudo: produtos, serviços, preços, layout, e tantas outras coisas, mas atendimento não dá para copiar. Atendimento é uma espécie de impressão digital, sabe?!
Sempre que sou bem atendida eu penso: tem uma empresa bem competente por trás disso. Competente para conhecer e focar o cliente, competente para ter o cliente em sua missão, visão e valores, competente para identificar e contratar profissionais com perfil aderente ao da instituição, competente para transformar seus princípios em ações, competente para capacitar continuamente seu quadro de pessoal.
No último domingo levei meu filho de 2 anos ao cinema de um shopping, e ele logo identificou uma loja de brinquedos. Paramos em frente à vitrine ao lado da porta que estava semiaberta para entrada dos funcionários, e em um momento de distração ele correu para dentro. Do lado de fora eu comecei a chamá-lo, e vi quando um vendedor se aproximou dele com um balão. Abaixado à sua altura, o vendedor iniciou uma conversa e lhe ofereceu a bola de ar que foi recusada, porque o que meu filho queria era o dinossauro da prateleira.
Chamei-o mais uma vez, explicando que a loja não estava aberta e que o filme iria começar, e mais uma vez o vendedor entrou em ação, dizendo gentilmente ao meu filho que poderia ir para o cinema porque o dinossauro estaria esperando por ele quando retornasse. Nesse momento meu filho me olhou buscando uma confirmação e, com um sorriso amarelo de quem não quer comprar, concordei.
Fomos ver o filme e na saída do cinema ele quis buscar o bicho, porque criança não esquece. E como coração de mãe é mole, fomos. Lá encontramos pais e crianças espalhados entre as prateleiras, e de repente me deparei com o vendedor nos convidando para acompanhá-lo até o outro lado da loja. Foi então que ele buscou a caixa e a entregou para meu filho, que agradeceu e pediu para ele abrir. Discretamente o vendedor me pediu autorização, e com meu “sim” sentou-se no chão, abriu a caixa, libertou o dinossauro e o entregou para meu pequeno.
Vocês perceberam que só nesse momento eu apareci? Até precisar da autorização da mãe o vendedor estava focado em seu cliente, no caso meu filho, buscando de todas as formas atender sua demanda.
Saímos da loja de mãos dadas com o “Rex”, o novo amigo dinossauro, felizes com a aquisição não programada.
Adivinhem onde eu vou comprar brinquedos agora? Sim, na loja ao lado do cinema!
O atendimento oferecido foi responsável pelo meu encantamento, fidelização e recomendação, e para isso o vendedor precisou apenas ser empático: com uma criança pensou, falou e se comportou como tal, sem, entretanto, deixar de ser profissional e ético. Sim, ético, porque não tirou o bicho da caixa sem minha permissão; e tenho certeza de que se eu tivesse dito “não” ele inventaria alguma história convincente para devolver o dinossauro à prateleira.
E tem mais, ele não empurrou outros produtos, não ficou dizendo que tinha o melhor preço, que aquela era a última peça ou que eu não encontraria o produto em outra loja. Que bom seria se todos os atendimentos fossem assim...
Fui para a casa comentado o fato com meu marido, e quando chegamos, ao guardar os acessórios do “Rex”, encontramos um copo de dinossauro, presente da loja que percebi como um mimo do vendedor.
Como não virar cliente?
Parabéns ao profissional pela eficiência e eficácia!
Parabéns à loja pela competência e foco no cliente!
SABÁTICO, VOLTEI DO MEU
Postado por
Daniela Guimarães
on 06/07/2010
Marcadores:
Empregabilidade,
Feedback,
Motivação,
Personale
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Na década de 50, no intuito de motivar funcionários que se apresentavam sem perspectivas, algumas empresas adotaram um programa diferenciado: o sabático.
Originado do hebraico e citado nos livros sagrados, o termo sabático está relacionado ao período de descanso dos judeus, que traduzido para o universo corporativo representa um período de afastamento do funcionário para que ele (re) pense sua vida profissional e pessoal.
A adoção do período sabático, ou career break, é bastante comum na Europa, principalmente no meio acadêmico, e também nos Estados Unidos, onde algumas empresas descobriram as vantagens de se ter um profissional mais focado e capacitado ao término do programa.
É importante esclarecer que o sabático não tem nada a ver com o período de férias, e também não significa que o profissional que fez essa opção esteja passando por uma crise. Assim, esse afastamento deve ser compreendido como um tempo escolhido para realização de um projeto pessoal ou profissional, ou ambos, sendo esta uma grande oportunidade para ganhar experiência, descansar, se valorizar, aprender, crescer e até mesmo mudar o modelo mental.
O sabático dura em média de 6 meses a 1 ano, mas o tempo neste caso é relativo, devendo ser individualizado. A decisão, necessariamente, deve ser tomada em conjunto com a empresa, visto que nesse período o profissional terá suas atividades suspensas para dedicar-se a um projeto que deve interessar a ambos.
Quando parte de um processo de gestão de carreira, o sabático pode até ser financiado pela instituição, como também pode acontecer do profissional continuar recebendo normalmente seu salário, mas isso é raro, pelo menos no Brasil. Assim, se você pretende fazer um sabático, prepare um projeto para ser desenvolvido nesse período, justificando sua ausência para a organização e mostrando os resultados à serem alcançados, resultados estes que deverão trazer contribuições para sua carreira, para o desenvolvimento do seu trabalho e para o negócio da instituição.
Pode ser que sua empresa deseje participar deste projeto, mas se isso não acontecer prepare-se financeiramente para essa fase e também para uma possível recolocação profissional. Essa preparação é essencial para que você dedique-se totalmente ao sabático, refletindo e avaliando sua vida, de forma que possa evoluir, compreender melhor a si mesmo e os outros.
Eu acabei de retornar do meu “sabático virtual”. Fiquei pouco mais de um ano afastada do Dimensão Humana, tempo necessário para eu organizar minha vida em meus diversos papéis, me aprimorar profissionalmente para encarar novos desafios e ganhar experiência para continuar este projeto pelo qual tenho muito carinho.
Originado do hebraico e citado nos livros sagrados, o termo sabático está relacionado ao período de descanso dos judeus, que traduzido para o universo corporativo representa um período de afastamento do funcionário para que ele (re) pense sua vida profissional e pessoal.
A adoção do período sabático, ou career break, é bastante comum na Europa, principalmente no meio acadêmico, e também nos Estados Unidos, onde algumas empresas descobriram as vantagens de se ter um profissional mais focado e capacitado ao término do programa.
É importante esclarecer que o sabático não tem nada a ver com o período de férias, e também não significa que o profissional que fez essa opção esteja passando por uma crise. Assim, esse afastamento deve ser compreendido como um tempo escolhido para realização de um projeto pessoal ou profissional, ou ambos, sendo esta uma grande oportunidade para ganhar experiência, descansar, se valorizar, aprender, crescer e até mesmo mudar o modelo mental.
O sabático dura em média de 6 meses a 1 ano, mas o tempo neste caso é relativo, devendo ser individualizado. A decisão, necessariamente, deve ser tomada em conjunto com a empresa, visto que nesse período o profissional terá suas atividades suspensas para dedicar-se a um projeto que deve interessar a ambos.
Quando parte de um processo de gestão de carreira, o sabático pode até ser financiado pela instituição, como também pode acontecer do profissional continuar recebendo normalmente seu salário, mas isso é raro, pelo menos no Brasil. Assim, se você pretende fazer um sabático, prepare um projeto para ser desenvolvido nesse período, justificando sua ausência para a organização e mostrando os resultados à serem alcançados, resultados estes que deverão trazer contribuições para sua carreira, para o desenvolvimento do seu trabalho e para o negócio da instituição.
Pode ser que sua empresa deseje participar deste projeto, mas se isso não acontecer prepare-se financeiramente para essa fase e também para uma possível recolocação profissional. Essa preparação é essencial para que você dedique-se totalmente ao sabático, refletindo e avaliando sua vida, de forma que possa evoluir, compreender melhor a si mesmo e os outros.
Eu acabei de retornar do meu “sabático virtual”. Fiquei pouco mais de um ano afastada do Dimensão Humana, tempo necessário para eu organizar minha vida em meus diversos papéis, me aprimorar profissionalmente para encarar novos desafios e ganhar experiência para continuar este projeto pelo qual tenho muito carinho.
Para os que me acompanhavam, estou de volta.
Para os que gentilmente se manifestaram em minha ausência, agradeço a atenção e o carinho.
Imagem: Getty Images
ATÉ BREVE
Aprendi que dizer "não tenho tempo"é o mesmo que dizer "não priorizo".
Com o nascimento do meu filho minhas prioridades mudaram, e desde então "não tenho tempo"para o Dimensão Humana.
Uma característica que muito aprecio em um blog é a alta frequência de sua atualização, e tal característica há muito não vejo por aqui.
Assim, decidi (com muita tristeza) publicar este post para agradecer à todos que passaram e ainda passam por aqui, e deixar meu e-mail para contato: falecom@danielaguimaraes.com.br .
Espero que eu consiga organizar minha rotina de tal forma que possa, em breve, retomar meu "cotidiano virtual".
Obrigada e até breve!
Com o nascimento do meu filho minhas prioridades mudaram, e desde então "não tenho tempo"para o Dimensão Humana.
Uma característica que muito aprecio em um blog é a alta frequência de sua atualização, e tal característica há muito não vejo por aqui.
Assim, decidi (com muita tristeza) publicar este post para agradecer à todos que passaram e ainda passam por aqui, e deixar meu e-mail para contato: falecom@danielaguimaraes.com.br .
Espero que eu consiga organizar minha rotina de tal forma que possa, em breve, retomar meu "cotidiano virtual".
Obrigada e até breve!
INSIGHT >>> CURSO GRATUITO MICROSOFT
Postado por
Daniela Guimarães
on 24/03/2009
Marcadores:
Curso,
Dicas de Emprego,
Educação
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A Microsoft promoverá um curso gratuito para a capacitação de estudantes do ensino médio, técnico e universitário.
Este curso é o S2B - Microsoft Students to Business, cujo objetivo é preparar alunos para assumirem ofertas de emprego na área de tecnologia. Dividido em três fases, o curso tem duração de 84 horas, e é composto por palestras, aulas teóricas e aulas práticas
Ao final do curso, além do certificado recebido, o aluno participará de uma feira de empregos.
As aulas acontecerão nas seguintes cidades: Araraquara, Bauru, Belém, Belo Horizonte, Brasília,Campo Limpo Paulista, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Joinville, Manaus,Maringá, Olinda, Paraíba, Petrópolis, Porto Alegre, Recife, RibeirãoPreto, Rio de Janeiro, Salvador, São José do Rio Preto, São José dosCampos, São Paulo, Aracajú e Vitória.
As inscrições estarão abertas até o dia 31 deste mês.
Mais informações e inscrição clique aqui.
QUANTOS IDIOMAS VOCÊ FALA?
Postado por
Daniela Guimarães
on 17/02/2009
Marcadores:
Comunicação,
Entrevista de Emprego,
Trabalho
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A fluência em idiomas como inglês e espanhol, por exemplo, é condição sine qua non para se atuar em empresas nas quais esta competência seja relevante para o negócio.
Entretanto, apesar de acumularem experiência e conhecimento em suas áreas específicas, muitos profissionais deixam a desejar neste quesito, mantendo em seus currículos o impróprio “idioma nível básico”.
Se você faz parte desse grupo sugiro que conheça a Live Mocha, uma rede social focada no aprendizado de idiomas.
Para utilizar a Live Mocha você precisa fazer um cadastro de usuário. E só! Simples assim.
Fazendo os cursos, que são interativos e gratuitos, além de enriquecer seu vocabulário você aumentará seu network, já que terá contato com pessoas nativas na língua de seu interesse. Dá pra fazer amigos, aprender um novo idioma e adquirir cultura, tudo ao mesmo tempo!
E tem mais: você ainda tem a oportunidade de ajudar pessoas que estão aprendendo sua língua nativa, ou aquela em que você é fluente. Um excelente exercício de boa vontade!
Clique aqui e experimente o conceito de construção colaborativa do conhecimento.
Entretanto, apesar de acumularem experiência e conhecimento em suas áreas específicas, muitos profissionais deixam a desejar neste quesito, mantendo em seus currículos o impróprio “idioma nível básico”.
Se você faz parte desse grupo sugiro que conheça a Live Mocha, uma rede social focada no aprendizado de idiomas.
Para utilizar a Live Mocha você precisa fazer um cadastro de usuário. E só! Simples assim.
Fazendo os cursos, que são interativos e gratuitos, além de enriquecer seu vocabulário você aumentará seu network, já que terá contato com pessoas nativas na língua de seu interesse. Dá pra fazer amigos, aprender um novo idioma e adquirir cultura, tudo ao mesmo tempo!
E tem mais: você ainda tem a oportunidade de ajudar pessoas que estão aprendendo sua língua nativa, ou aquela em que você é fluente. Um excelente exercício de boa vontade!
Clique aqui e experimente o conceito de construção colaborativa do conhecimento.
Imagem: Getty Images
HORA DO CHISTE!
DESEMPREGO: COMO LIDAR COM ESSA DIFÍCIL FASE?
Postado por
Daniela Guimarães
on 04/02/2009
Marcadores:
Dicas de Emprego,
Empregabilidade,
Entrevista de Emprego,
Recrutamento e Seleção,
RH,
Trabalho
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Compartilho com você as dicas disponibilizadas por Nishimura & Associates.
"A perda do emprego é sempre um grande desafio. Neste momento de crise internacional torna-se um desafio maior ainda, pois as oportunidades estão a cada dia mais raras e restritas. (...)
Segue então algumas dicas práticas para você lidar melhor com uma situação de desemprego:
• Tenha uma expectativa mais longa sobre quando conseguirá um novo emprego: se em uma situação de mercado aquecido você levava 3, 6 ou 12 meses para conseguir um novo emprego, prepare-se para um período maior. Por que esta dica? Porque se você se preparar para um período maior e de repente conseguir uma nova oportunidade irá se surpreender
• Considere outras possibilidades, como o trabalho temporário ou trabalhar em casa: não deixe um ativo precioso parado, neste caso você. Mantenha-se em ritmo aquecido. Esta alternativa irá gerar renda e, principalmente, sua mente não estará ocupada com sentimentos de angústia e depressão.
• Gaste o máximo de tempo possível procurando uma oportunidade: gaste pelo menos 6 horas por dia, 7 dias por semana. Dedique um tempo grande para o “projeto de conseguir um novo emprego”.
• Crie tempo livre para criar e fortalecer seu Networking: para aqueles que possuem certa dificuldade em fazer Networking, crie fontes alternativas para fazer contatos. (...)
"A perda do emprego é sempre um grande desafio. Neste momento de crise internacional torna-se um desafio maior ainda, pois as oportunidades estão a cada dia mais raras e restritas. (...)
Segue então algumas dicas práticas para você lidar melhor com uma situação de desemprego:
• Tenha uma expectativa mais longa sobre quando conseguirá um novo emprego: se em uma situação de mercado aquecido você levava 3, 6 ou 12 meses para conseguir um novo emprego, prepare-se para um período maior. Por que esta dica? Porque se você se preparar para um período maior e de repente conseguir uma nova oportunidade irá se surpreender
• Considere outras possibilidades, como o trabalho temporário ou trabalhar em casa: não deixe um ativo precioso parado, neste caso você. Mantenha-se em ritmo aquecido. Esta alternativa irá gerar renda e, principalmente, sua mente não estará ocupada com sentimentos de angústia e depressão.
• Gaste o máximo de tempo possível procurando uma oportunidade: gaste pelo menos 6 horas por dia, 7 dias por semana. Dedique um tempo grande para o “projeto de conseguir um novo emprego”.
• Crie tempo livre para criar e fortalecer seu Networking: para aqueles que possuem certa dificuldade em fazer Networking, crie fontes alternativas para fazer contatos. (...)
O objetivo a curto prazo deste tipo de Networking é fazer com que você fique antenado no que está acontecendo no mercado (naquele em que você atua e em outros também). Escutar idéias de pequenos empresários lhe farão enxergar inúmeras oportunidades (...).
Os ganhos com o Networking são inúmeros, e não existe perda de tempo nesta atividade, somente ganhos com novos insights, novos contatos etc.
• Antecipe os possíveis comportamentos durante a fase de desemprego e mude sua perspectiva. Comportamentos comuns na fase de transição, porém inadequados:
-Ver-se como fracassado, deixando sua auto-estima abalar-se.
- Ficar procurando culpados, acumulando sentimentos negativos, como mágoa e ressentimento.
- Reclamar, lastimar, adotar postura de vítima.
- Ficar preso ao passado, relutando em perceber que a mudança já ocorreu.
- Iludir-se, superestimando sua própria capacidade para superação da crise
- Adotar postura auto-suficiente, evitando recorrer à ajuda de outros.
- Imobilizar-se – ficar preso ou por pensamentos angustiantes ou sonhadores e evitar a ação.
- Precipitar-se, tomar decisões intempestivas, motivadas por emoções descontroladas.
- Deixar o estresse avançar, tornando-se irritadiço.
- Ser negligente, deixar de levar com a devida seriedade as condutas necessárias à superação da crise
Comportamentos incomuns, mas muito adequados:
• Fazer os esforços necessários para manter sentimentos, pensamentos e ação positivos.
• Recorrer à ajuda – de familiares, amigos, profissionais.
• Evitar a concentração da atenção em coisas inadequadas: o passado, os outros, o acontecimento negativo.
• Buscar uma percepção correta de si mesmo – nem superestimar seu potencial e nem subestimar.
• Agir – tomar as medidas certas para superar a crise.
• Buscar a informação adequada sobre a situação (que usualmente é propiciada por profissionais).
• Evitar qualquer forma de precipitação impulsionada por emoções.
• Manter-se ligado às coisas que trazem prazer, evitando retrair-se.
• Evitar repassar a outros sentimentos negativos – pessimismo, medo, frustração, arrogância.
• Não buscar mudanças radicais sem a devida análise.
FONTES VIRTUAIS DE VAGAS:
Você pode prospectar uma vaga de diferentes formas. Todas elas anexam uma chance real para obter um emprego (...).
Em linhas gerais, as vagas estão disponíveis nas seguintes fontes virtuais:
EXECUNET
ATENÇÃO: Essas não são as únicas fontes virtuais. Pesquisando você encontrará diversas outras.
Imagem: Getty Images
LIDERANÇA MAGISTRAL
Postado por
Daniela Guimarães
on 22/01/2009
Marcadores:
Comunicação,
Equipe,
Filme,
Motivação
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Há algum tempo postei aqui uma analogia entre empresas, equipes e orquestras.
Hoje sugiro que você veja este vídeo.
Inspira-nos a buscar a maestria na gestão de pessoas.
Hoje sugiro que você veja este vídeo.
Inspira-nos a buscar a maestria na gestão de pessoas.
Imagem: Getty Images
CONSTRUA UMA ATITUDE POSITIVA
Postado por
Daniela Guimarães
on 02/01/2009
Marcadores:
Comportamento,
Empregabilidade,
Trabalho
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Já te convidei para um CHA em outras oportunidades, e vou refazer o convite neste início de ano.
No post de 01/07/07 escrevi sobre o conceito do bom e velho CHA, o “cafezinho” do RH na verdade, abordando a taxonomia de Bloom.
Nesta estrutura de organização hierárquica, onde temos Conhecimento, Habilidade e Atitude, novamente destaco meu componente predileto: a atitude, e de preferência positiva.
Na carreira que escolhemos, seja ela qual for, é imprescindível adotarmos uma postura positiva. Podemos adquirir conhecimentos, desenvolver habilidades, mas mudar uma atitude negativa não é fácil. Por isso, oriente-se pelas positivas, sempre.
E não pense que ter um elevado conhecimento ou possuir habilidades incríveis sustente uma imagem negativa. Na soma de uma técnica primorosa com uma postura horrorosa o resultado não é bom.
O consultor Max Gehringer enumerou, de forma simples e divertida, cinco atitudes que podemos julgar inaceitáveis para um profissional. Sobre essas atitudes construí 05 personagens, e gerei o sexto por conta e risco:
- Onipotente: a frase que melhor caracteriza este profissional é “deixa comigo”. Ele sempre promete que “dá conta do recado”, mas os resultados apresentados não acompanham suas ofertas. Porque prometeu coisa demais, a imagem associada a ele é a de quem promete e não cumpre. É melhor propor pequenas soluções e superar expectativas.
- Impreciso: ele sempre “acha que”. Em reuniões ou apresentações oferece dados, números ou informações sem ter certeza de sua veracidade. O resultado dessa atitude é a falta de confiança e de credibilidade. Na dúvida diga apenas que vai confirmar a informação antes de divulgá-la.
- Teimoso: não admite perder uma discussão, e por esse motivo argumenta sem a menor necessidade. Certo ou errado, a última palavra sempre tem que ser a dele. Perde por não ficar calado, e de persistente torna-se o insistente, o chato teimoso.
- Esquecido: quando elogiado por um trabalho realizado em equipe nunca se lembra de dizer quem o ajudou. Para que mencionar os nomes dos colegas se pode ficar com o crédito só para ele? Como resultado ele adquire a imagem de mesquinho, individualista.
- Crítico: ele adora criticar o trabalho dos colegas, mas nunca oferece uma sugestão. Sempre acha defeito naquilo que não é sua obra. O que ganha com isso? A imagem de invejoso, de “cricri”.
- Pessimista: você se lembra do desenho animado “Lippy and Hardy”, em que Hardy era uma hiena pessimista que passava o dia dizendo “Oh dia, oh céus, oh azar... Isso não vai dar certo!”. Precisa falar mais alguma coisa?
Assumir algum desses papéis, por um descompasso da vida, em um momento de descontrole que não vai mais se repetir, pode até acontecer, mas adotar como atitude jamais.
Rótulo só fica bom em produtos!
No post de 01/07/07 escrevi sobre o conceito do bom e velho CHA, o “cafezinho” do RH na verdade, abordando a taxonomia de Bloom.
Nesta estrutura de organização hierárquica, onde temos Conhecimento, Habilidade e Atitude, novamente destaco meu componente predileto: a atitude, e de preferência positiva.
Na carreira que escolhemos, seja ela qual for, é imprescindível adotarmos uma postura positiva. Podemos adquirir conhecimentos, desenvolver habilidades, mas mudar uma atitude negativa não é fácil. Por isso, oriente-se pelas positivas, sempre.
E não pense que ter um elevado conhecimento ou possuir habilidades incríveis sustente uma imagem negativa. Na soma de uma técnica primorosa com uma postura horrorosa o resultado não é bom.
O consultor Max Gehringer enumerou, de forma simples e divertida, cinco atitudes que podemos julgar inaceitáveis para um profissional. Sobre essas atitudes construí 05 personagens, e gerei o sexto por conta e risco:
- Onipotente: a frase que melhor caracteriza este profissional é “deixa comigo”. Ele sempre promete que “dá conta do recado”, mas os resultados apresentados não acompanham suas ofertas. Porque prometeu coisa demais, a imagem associada a ele é a de quem promete e não cumpre. É melhor propor pequenas soluções e superar expectativas.
- Impreciso: ele sempre “acha que”. Em reuniões ou apresentações oferece dados, números ou informações sem ter certeza de sua veracidade. O resultado dessa atitude é a falta de confiança e de credibilidade. Na dúvida diga apenas que vai confirmar a informação antes de divulgá-la.
- Teimoso: não admite perder uma discussão, e por esse motivo argumenta sem a menor necessidade. Certo ou errado, a última palavra sempre tem que ser a dele. Perde por não ficar calado, e de persistente torna-se o insistente, o chato teimoso.
- Esquecido: quando elogiado por um trabalho realizado em equipe nunca se lembra de dizer quem o ajudou. Para que mencionar os nomes dos colegas se pode ficar com o crédito só para ele? Como resultado ele adquire a imagem de mesquinho, individualista.
- Crítico: ele adora criticar o trabalho dos colegas, mas nunca oferece uma sugestão. Sempre acha defeito naquilo que não é sua obra. O que ganha com isso? A imagem de invejoso, de “cricri”.
- Pessimista: você se lembra do desenho animado “Lippy and Hardy”, em que Hardy era uma hiena pessimista que passava o dia dizendo “Oh dia, oh céus, oh azar... Isso não vai dar certo!”. Precisa falar mais alguma coisa?
Assumir algum desses papéis, por um descompasso da vida, em um momento de descontrole que não vai mais se repetir, pode até acontecer, mas adotar como atitude jamais.
Rótulo só fica bom em produtos!
Imagem: Getty Images
LÍNGUA PORTUGUESA
Postado por
Daniela Guimarães
Marcadores:
Comunicação,
Educação
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Muitos afirmam que a língua portuguesa é uma das mais difíceis, e isso devido aos inúmeros acentos. Se você concorda, fique feliz: entraram em vigor as novas regras ortográficas.
As mudanças na nossa língua culta (por vezes oculta) foram estabelecidas em um decreto assinado em setembro de 2008, cujo propósito é tornar nosso português mais fácil, principalmente para os estrangeiros.
A reforma ortográfica pretende unificar o registro escrito nos países que falam português: Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Timor Leste.
Entre 01 de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2012 passaremos por um período de transição, no qual ficam valendo tanto a ortografia atual quanto as novas regras. Nos livros escolares a incorporação das mudanças será obrigatória a partir de 2010.
Acompanhe as alterações:
As mudanças na nossa língua culta (por vezes oculta) foram estabelecidas em um decreto assinado em setembro de 2008, cujo propósito é tornar nosso português mais fácil, principalmente para os estrangeiros.
A reforma ortográfica pretende unificar o registro escrito nos países que falam português: Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Timor Leste.
Entre 01 de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2012 passaremos por um período de transição, no qual ficam valendo tanto a ortografia atual quanto as novas regras. Nos livros escolares a incorporação das mudanças será obrigatória a partir de 2010.
Acompanhe as alterações:
- O K, o W e o Y entram no alfabeto, que passa a ter 26 letras.
- O trema desaparece nas palavras em português. Só fica em palavras estrangeiras como Hübner e Müller. A pronúncia não muda. Exemplos: AGÜENTAR = AGUENTAR, AQÜÍFERO = AQUÍFERO, TRANQÜILO = TRANQUILO, BILÍNGÜE = BILINGUE.
- O acento agudo desaparece nos ditongos abertos EI e OI em palavras como IDÉIA e HERÓICO, que ficarão IDEIA e HEROICO. A pronúncia não muda.
- O acento circunflexo desaparece com o duplo O e o duplo E, como VÔO, ENJÔO, CRÊEM, LÊEM, DÊEM e VÊEM, que passam a ser escritas da seguinte forma: VOO, ENJOO, CREEM, LEEM, DEEM e VEEM.
- Desaparecem os acentos agudos ou circunflexos que servem para diferenciar palavras como: PÁRA (do verbo parar) ≠ PARA (preposição), PÉLA (do verbo pelar) ≠ PELA (combinação da preposição por + a), PÊLO (substantivo) ≠ PELO (combinação da preposição por + o). Os acentos só não desaparecem em: PÔR (verbo - infinitivo) ≠ POR (preposição), PÔDE (3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo) ≠ PODE (3ª do singular do presente do indicativo).
- O hífen some quando o segundo elemento da palavra começar com S ou R. Nestes casos, as consoantes devem ser dobradas, como em ANTISSEMITA (hoje "anti-semita"), ANTIRRELIGIOSO (atualmente "anti-religioso") e CONTRARREGRA (hoje "contra-regra"). Cuidado com a exceção: quando os prefixos terminam em R se mantém o hífen, como em HIPER-REQUINTADO e SUPER-RESISTENTE.
Com essas alterações teremos a oportunidade de colocar em prática nossa competência "flexibilidade para mudanças".
: - D
Imagem: Getty Images






